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Jovem formada em direito suspeita de integrar grupo que movimentou R$ 7 milhões: polícia nega erro na identificação

Justiça manda soltar estudante presa suspeita de aplicar golpes online A Polícia Civil do Amapá negou a alegação da família de que houve erro na identific...

Jovem formada em direito suspeita de integrar grupo que movimentou R$ 7 milhões: polícia nega erro na identificação
Jovem formada em direito suspeita de integrar grupo que movimentou R$ 7 milhões: polícia nega erro na identificação (Foto: Reprodução)

Justiça manda soltar estudante presa suspeita de aplicar golpes online A Polícia Civil do Amapá negou a alegação da família de que houve erro na identificação de Ellen Lorraine Trindade Mateus, de 27 anos, jovem formada em direito que foi presa em Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia, suspeita de integrar um grupo criminoso que movimentou R$ 7 milhões em golpes. Segundo a PC, "a prisão foi cumprida contra a pessoa corretamente identificada no procedimento investigativo, não havendo confusão de identidade ou equívoco no cumprimento da ordem judicial"(veja a nota na íntegra ao final da reportagem). Ellen Lorraine foi solta após decisão da Justiça. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Em nota enviada ao g1 nesta terça-feira (28), a defesa de Ellen Lorraine reiterou que houve sim erro na identificação da verdadeira culpada . "Uma vez que o telefone de quem se comunica nos grupos com os demais criminosos não foi investigado nem houve qualificação da referida pessoa nos autos. Sobretudo porque o referido telefone não é da Ellen Lorraine nem está em seu nome a linha. Entenda o caso Ellen Lorraine estava presa desde o dia 2 de julho na Penitenciária Feminina de Aparecida de Goiânia e foi solta na última sexta-feira (24). A decisão pela soltura dela foi expedida pela juíza Cristiane Moreira Lopes Rodrigues, que atendeu o pedido da defesa mediante a certidão de autenticidade. Jovem formada em direito é presa suspeita de aplicar golpes, mas família diz que ela foi presa por engano Reprodução/TV Anhanguera LEIA TAMBÉM: Jovem formada em direito suspeita de integrar grupo que movimentou R$ 7 milhões em golpes deixa a prisão Jovem formada em direito é presa suspeita de aplicar golpes, mas família diz que ela foi presa por engano Advogado é suspeito de aplicar golpes em clientes durante dez anos Investigação O delegado Breno da Costa informou ao g1 que as investigações da Operação Boleto Fantasma começaram em 2025. Segundo o investigador, o grupo criava sites falsos para desvio de pagamentos de contas de energia. A polícia ainda informou que foram expedidos mandados de prisão e de busca e apreensão, ambos fundamentados em investigação formal, representação da Autoridade Policial, além de manifestação do Ministério Público e decisão do Poder Judiciário. Família nega Em entrevista à TV Anhanguera, o pai de Ellen, João Vilmar, contou que a filha está pagando por um crime que não cometeu. Já a mãe da jovem, Iris Alves, ressaltou que a filha cresceu em um lar cristão. “É uma menina de bem, foi criada com princípios e está em um presídio pagando por algo que não cometeu. Pegaram o nome da minha filha, arrumaram um nome e jogaram para cima dela”, disse a mãe. Jovem formada em direito suspeita de integrar grupo que movimento R$ 7 milhões em golpes deixa a prisão em Aparecida de Goiânia, Goiás Reprodução/TV Anhanguera NOTA DA POLÍCIA CIVIL DO AMAPÁ A Polícia Civil do Estado do Amapá informa que é falsa a informação de que ELLEN LORRAINE TRINDADE MATEUS teria sido presa por troca de nomes ou erro de identificação. A prisão foi cumprida contra a pessoa corretamente identificada no procedimento investigativo, não havendo confusão de identidade ou equívoco no cumprimento da ordem judicial. No caso mencionado, foram expedidos mandado judicial de prisão e mandado judicial de busca e apreensão, ambos fundamentados em investigação formal, individualização da pessoa investigada, representação da Autoridade Policial, manifestação do Ministério Público e decisão do Poder Judiciário. A Polícia Civil esclarece que medidas cautelares dessa natureza não são adotadas com base em informação superficial, mas a partir de elementos submetidos à análise dos órgãos responsáveis pela persecução penal e ao controle judicial. A divulgação de informação falsa sobre suposta prisão indevida desinforma a sociedade e compromete indevidamente a credibilidade das instituições públicas envolvidas na investigação. Por fim, a Polícia Civil do Amapá reafirma que não houve troca de nomes, erro de identificação ou prisão indevida no caso mencionado, ressaltando que eventuais questionamentos devem ser apresentados nos autos, perante as autoridades competentes. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás