Caiado volta a criticar cancelamento de debate e diz que STF e TSE 'extrapolaram'
Ronaldo Caiado cumpre agenda em Goiânia Eliane Barros/g1 Goiás Ronaldo Caiado, candidato do PSD à Presidência da República, fez campanha na Região da 44, ...
Ronaldo Caiado cumpre agenda em Goiânia Eliane Barros/g1 Goiás Ronaldo Caiado, candidato do PSD à Presidência da República, fez campanha na Região da 44, em Goiânia, nesta sexta-feira (2), na reta final antes do primeiro turno das eleições. A agenda pela manhã incluiu uma caminhada pela região e visitas a estabelecimentos comerciais. O debate com os candidatos aconteceria na TV Globo na quinta-feira (1º), mas foi cancelado após a emissora receber, na noite daquele dia, duas notificações de decisões judiciais que interferiam nas regras previamente acordadas. Em entrevista ao g1, Caiado voltou a criticar o cancelamento do debate que ocorreria na TV Globo e classificou o episódio como uma negação da campanha eleitoral e um risco à democracia. Segundo o candidato, todos os participantes haviam assinado um documento em que aceitavam as regras do debate, mas uma decisão do Judiciário alterou a situação na última hora. "O que nós vimos ontem é a negação de uma campanha eleitoral. É colocar a democracia em risco. É numa atitude irresponsável de quem se negou a participar, em todos eles terem assinado um documento que aceitavam as regras que foi ali colocada e que de repente, na última hora, virou uma decisão do Judiciário em querer decidir no Brasil quem deve ser presidente da República", salientou. Caiado destacou que, na avaliação dele, a atuação do Poder Judiciário prejudicou a disputa eleitoral e afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) extrapolaram suas competências. "Negaram a mim e a todos que lá estavam poder levar o seu plano de governo pra população, pra população poder escolher o seu candidato, poder saber o que ele pode fazer pelo Brasil, poder mostrar pro Brasil o que eu fiz no estado de Goiás e o que nós podemos fazer pelo país. [...] O Supremo extrapolou, o Tribunal Superior Eleitoral extrapolou." Agora no g1